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Como a análise do comportamento do usuário ajuda no combate à fraude?

by mariliabafutto
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Realizar uma análise do comportamento do usuário é uma medida extremamente efetiva no combate à fraude, a possíveis danos financeiros e até mesmo morais, nas instituições.

Conhecer o usuário a fundo permite que a empresa identifique padrões, entendendo qual é a real intenção daquele cliente e mapeie comportamentos que podem ser suspeitos. 

São inúmeros os desafios enfrentados ultimamente pelas instituições frente a digitalização de produtos e serviços como mitigar os riscos de fraude de identidade, dificuldade em rastrear o comportamento dos usuários, minimizar os riscos de ataques cibernéticos, etc. 

A solução para todos esses problemas tem como base a análise do comportamento do usuário que se relaciona com a sua empresa, continue a leitura para entender melhor como essa análise ajuda no combate à fraude! 

O que é análise do comportamento do usuário?

A análise do comportamento do usuário diz respeito ao processo de monitoramento, coleta, verificação e validação dos dados e atividades dos usuários.

Alguns fatores como a transformação digital do mercado, a comercialização de produtos e serviços digitais e o aumento do fluxo de usuários nas redes são extremamente recentes e abriram brechas para que fraudadores agissem e se aproveitassem de empresas e usuários nesse meio.

Frente a esses inúmeros ataques cibernéticos ameaçando a segurança das empresas e dos próprios usuários, analisar a fundo com quem a empresa está se relacionando é essencial para combater e prevenir fraudes. 

Existem várias tecnologias, soluções e procedimentos para que esse processo seja realizado, que são comuns no mercado a exemplo do BGC (Background Check) e o KYC (Know Your Customer) em instituições financeiras e bancárias.

O background check consiste na verificação dos dados informados pelo usuário durante o onboarding digital ou cadastramento, por meio de uma busca em fontes públicas e privadas, com o objetivo de analisar a veracidade das informações fornecidas. 

Já o processo de KYC (Know Your Customer) é semelhante ao BGC, entretanto aplicado ao mercado financeiro e bancário, visto que existe uma série de regulamentações que essas instituições precisam seguir que exigem o conhecimento do cliente a fundo. 

Dessa forma, algumas informações específicas dos clientes são necessárias no processo de KYC para que essas instituições consigam monitorar e identificar os clientes, e segmentá-los de acordo com o seu perfil de risco. 

A exemplo de informações como renda, patrimônio e investimentos desses clientes que ajudam as empresas a identificar as origens e o volume dos recursos financeiros para cada perfil e apontar possíveis transações suspeitas ou valores fora do comum. 

Como a análise do comportamento do usuário ajuda no combate à fraude? 

No ano de 2020, a fraude custou às empresas em média 5% de suas receitas anuais, segundo o relatório “Report to the nations, The Actual Cost of Fraud”.

Não são apenas os negócios os alvos dos fraudadores, 1 em cada 5 brasileiros já foram vítimas de fraude de identidade e roubo de dados na internet, totalizando 24,2 milhões de vítimas de acordo com um relatório da PSafe.

Por isso, entender como os clientes se relacionam com a sua empresa e quais as particularidades de cada etapa da jornada de compra desses usuários é uma estratégia de prevenção.

Uma vez realizado procedimentos de verificação e validação dos dados dos usuários, o negócio já consegue eliminar uma grande quantidade de possíveis clientes que estejam com dados inválidos ou inconsistentes.

Com uma análise do comportamento do usuário é possível identificar quais são os padrões de atividades de fraudadores e traçar perfis de risco de acordo com essas informações. 

Além de identificar, cria precedentes para que a empresa monitore todos os clientes analisando quais foram as atividades fora do padrão realizadas. 

Dessa forma o negócio consegue antecipar qualquer tentativa ou movimentação suspeita e evitar prejuízos financeiros e até morais, mantendo principalmente a confiança dos clientes idôneos. 

Adotar processos de verificação de dados não são os únicos recursos que as empresas podem adotar, dentre as melhores práticas de segurança da informação existem também formas de autenticação desses usuários para os processos de onboarding e cadastramento muito mais efetivos. 

A exemplo das tecnologias de biometria facial, um software que mapeia as principais características da face do usuário e cria uma impressão facial solicitada para o acesso aos serviços e produtos da empresa. 

Ao incluir um método de autenticação durante o onboarding é possível assegurar de que o usuário é realmente quem diz ser de acordo com os seus documentos de identificação. 

Prevenção à fraude de identidade X Fricção da jornada de compra

Práticas de prevenção à fraude de identidade quando aplicadas a jornada do usuário na maioria das vezes podem causar fricção para o usuário, dependendo da quantidade de etapas de segurança e do tamanho do processo de verificação. 

Esse é um dos maiores desafios presentes no onboarding e cadastramento de usuários atualmente para garantir que fraudadores sejam identificados. Entretanto, existem soluções que garantem agilidade e segurança no processo ao realizar de forma automatizada, ágil e segura a validação das informações e análise do perfil do usuário. 

A idwall conta com soluções que auxiliam o processo de onboarding, realizando a verificação das informações do usuário por meio do Background Check e também auxiliando a segurança do seu negócio com ferramentas de autenticação como Face Match. Veja como nós podemos ajudar a sua empresa a combater a fraude de identidade: 

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