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Mais mecanismos de segurança para o Pix: como as instituições financeiras devem se adaptar?

Em funcionamento desde novembro de 2020, o Pix foi o meio de pagamento mais popular do Brasil em 2023, apurou levantamento da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), que considerou dados do Bacen (Banco Central do Brasil) e da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços). No período analisado, foram quase 42 bilhões de transações pela modalidade, um aumento de 75% em relação a 2022. Os pagamentos via Pix superaram as transações por cartão de crédito, débito, boleto, TED, DOC, cheques e TEC, que juntas somaram quase 39,4 bilhões de transações em 2023.

De acordo com o Bacen, estima-se que cerca de 2,5 milhões de “golpes do pix” foram aplicados em 2023, nacionalmente. Com o objetivo de proporcionar mais segurança e prevenção de fraudes, recentemente, o órgão monetário publicou novas resoluções que estabelecem exigências às instituições financeiras para o Pix. As novidades foram anunciadas em um momento em que a autoridade estuda o lançamento do Pix Automático, previsto para junho de 2025 e que poderá ser utilizado para pagamento de contas recorrentes, e em que foi anunciado o início do período de testes do PIX por aproximação para novembro deste ano – o novo tipo de pagamento deverá ser implementado a partir de fevereiro de 2025. 

A Resolução nº 403 do Bacen, que entrará em  vigor em 1º de novembro de 2024, acrescenta requisitos de segurança para o gerenciamento dos riscos de fraudes relacionadas ao Pix. A normativa prevê que os participantes adotem mecanismos robustos para garantir a confiança nos processos, como registro, exclusão, alteração, portabilidade e reivindicação de posse de chaves Pix. A solução também deve ser capaz de identificar transações Pix atípicas ou não compatíveis com o perfil do cliente. 

A normativa também estabelece que transações Pix não podem ser iniciadas nem recebidas por contas mantidas por usuário suspeito de irregularidade, incluindo terceiros que recebam recursos de transações Pix com indícios de fraude. Além disso, as instituições financeiras devem manter uma base de dados que contenha informações de segurança de seus clientes, com atualização mínima de uma vez a cada seis meses. 

Pela nova regra, nos casos em que o dispositivo de acesso eletrônico ao Pix — como smartphone ou computador — não estiver cadastrado no banco, as transações não poderão ser maiores que R$ 200.  Quando houver a mudança para um celular desconhecido, o limite diário de transações instantâneas não poderá ultrapassar R$ 1.000. Para transações fora desses limites, o novo dispositivo deverá ser previamente cadastrado pelo cliente para realizar as transferências por Pix. 

Vale ressaltar que o Bacen poderá, a qualquer tempo, notificar os participantes do Pix para que adotem ou cessem determinada prática para a manutenção da aderência de sua atuação aos termos do regulamento. Por fim, pode ser solicitado o envio de evidências documentais que atestem o integral atendimento à notificação, no prazo de até cinco dias úteis do recebimento.

A idwall atende a Resolução nº 403 e garante mais segurança no PIX

A idwall atende às regulamentações do Pix e previne fraudes no segmento financeiro ao promover uma completa validação de identidade dos usuários, com verificações cadastrais, biométricas e documentais. A solução reforça a segurança de ponta a ponta, desde o onboarding digital e a abertura de conta até momentos como troca de senha, atualização de cadastro, transações e outros. 

No mercado brasileiro, somente a idwall possui a verificação biométrica reconhecida com o selo iBeta, certificação respeitada mundialmente e acreditada pelo National Institute of Standards and Technology’s (NIST) e pelo National Voluntary Laboratory Accreditation Program (NVLAP). Os clientes ainda podem contar com outros mecanismos, como o OCR (Optical Character Recognition, em português Reconhecimento ótico de caracteres), que extrai dados e tipifica documentos brasileiros automaticamente; o Background Check, que pesquisa pessoas físicas, jurídicas e veículos em mais de 300 fontes de informações públicas e privadas; e  a documentoscopia, serviço que combina Inteligência Artificial e análise humana com técnicas forenses para verificar  documentos.

Por meio do Ecossistema da idwall, as instituições evitam a fragmentação de dados, uma vez que podem gerenciar soluções para gestão de risco oferecidas por outras empresas em um só lugar. De maneira personalizada e com etapas de verificações determinadas sob medida, os fluxos são adaptados à estratégia antifraude de cada companhia, agregando ferramentas proprietárias e de parceiros.

O direcionamento do usuário para processos específicos seguindo os resultados obtidos nas verificações prévias é mais um diferencial da idwall. A automatização de providências e ajustes de acordo com as suspeitas trazem mais inteligência para a tomada de decisões, o que garante eficiência e restringe fricções desnecessárias. 

A idwall também está em compliance com a Resolução Conjunta nº 6, normativa do Bacen e Conselho Monetário Nacional (CMN) que instituiu o compartilhamento de dados entre instituições financeiras. É possível monitorar e reportar alertas de fraudes aos perfis dos usuários em tempo real, integrando a base interoperável.

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