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idwall e Incognia lançam estudo sobre segurança no login e troca de dispositivos em apps mobile

by Mariana González
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Empresas testaram a experiência do usuário dentro dos aplicativos e indicam os principais desafios dos bancos e carteiras digitais quando o assunto é segurança

A idwall, regtech que oferece soluções integradas e inteligentes de onboarding e validação digital, e a Incognia, empresa pioneira global de identidade mobile por localização, realizaram estudos em parceria com foco em avaliar a fricção que é imposta por aplicativos de bancos e carteiras digitais em um dos momentos importantes da jornada do usuário: o login. A série de reports Identidade mobile do futuro traz insights sobre a experiência de uso dos maiores aplicativos do Brasil com um olhar a respeito da usabilidade e, ao mesmo tempo, da efetividade de métodos para prevenção a fraudes. 

Nesta primeira análise, Login e troca de dispositivo em bancos e carteiras digitais, foram testados cinco aplicativos de bancos mobile, como Inter, Banco Original, C6, Neon e Nubank, e oito aplicativos de carteira digital, Magalu, PicPay, Stone, Ame, Mercado Pago, Pag Seguro, Ag e Iti. De acordo com a análise, a maior parte dos aplicativos ainda utiliza métodos que não são suficientes para autenticar os usuários, como senhas, além do segundo fator de autenticação por SMS, que são mais simples de burlar. Os métodos não só podem ser pouco efetivos para prevenir fraudes, como impõe fricção para os usuários.

Atualmente, as pessoas querem acesso fácil e rápido aos seus serviços financeiros. De acordo com uma pesquisa realizada pela IDology, em 2019, mais de um terço das pessoas já abandonou o processo de abertura de contas digitais porque era muito difícil ou levava muito tempo. Por entender que existem momentos decisivos no uso de aplicativos na percepção do usuário, Incognia e a idwall se uniram para entender quais as diferenças e similaridades na experiência dentro dos principais aplicativos mobile dos bancos e carteiras digitais. Segundo o relatório, as instituições ainda exigem senhas para autenticar os usuários, mesmo que este acabe sendo um método massante para o usuário, que possui em média 70 senhas, considerando todos os serviços que utiliza. 

Segundo André Ferraz, CEO e fundador da Incognia, há melhores  formas de autenticar o usuário “Em 2020 a maior parte dos downloads de aplicativos de bancos foram de bancos digitais. As pessoas claramente estão buscando facilidade. No entanto, bancos ainda insistem em autenticar os usuários legítimos em todos os acessos, independente do risco apresentado no momento do login. Dados da Incognia mostram que 89% dos logins em apps bancários são feitos de localizações confiáveis, como a casa. Por que estes usuários deveriam se autenticar todas as vezes? Já é possível que a instituição peça por um login apenas quando o comportamento de localização for fora do padrão. Estamos buscando mostrar que a vida do usuário de apps bancários pode ser muito mais fácil e segura.”, comenta o executivo.

Para Lincoln Ando, CEO e co-fundador da idwall, “estamos passando por um processo altamente acelerado de digitalização: em 2020, pela primeira vez, o número de downloads de aplicativos de bancos digitais ultrapassou o de bancos tradicionais. Nesse contexto, é mais importante do que nunca saber aliar segurança, UX e agilidade para que todas as necessidades da empresa e todas as expectativas dos usuários sejam atendidas. O mercado financeiro, especialmente no âmbito digital, está mais competitivo e acelerado do que nunca, fazendo com que contar com tecnologias de ponta e soluções confiáveis seja algo ainda mais urgente.”

O estudo “Login e troca de dispositivo em bancos e carteiras digitais” , que pode ser acessado na íntegra aqui, ainda conta com a “Escala de Experiência no Login”, recorte inédito, que analisa o nível de persistência do login do usuário nos aplicativos testados, e também demonstrar o grau de fricção durante a experiência do usuário. A maior parte dos aplicativos de bancos têm persistência de login baseado em tempo, enquanto as carteiras digitais, na maioria dos casos, têm um acesso ilimitado de uso. Por sua vez, a autenticação baseada em risco seria a saída para verificar se o login ou transação em questão tem um risco alto ou baixo, e facilitar ou dificultar o acesso do usuário em questão, dependendo do comportamento no momento, sem uma ação ativa do usuário. Confira abaixo a escala: 

(página 26)

Além da escala, o relatório traz informações sobre o segundo fator de autenticação para o login e como as empresas se comportam mediante ao processo necessário para a troca de um dispositivo. Clique no link avaixo para baixar o estudo completo gratuitamente:

Quero conferir o estudo na íntegra!

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