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Deepfakes e ataques a fintechs vão avançar em 2020, aponta pesquisa

Segundo a pesquisa 2020 Cybersecurity Predictions, da Bitdefender, o uso de deepfakes será uma das principais estratégias dos ataques cibernéticos, inclusive para a aplicação de fraudes.

Esse tipo de ataque, afinal, também é um dos principais riscos do ano quando o assunto é fraude de identidade.

O relatório aponta também para um aumento de ataques deepfakes voltados para o emergente mercado das fintechs, que lidam com grande quantidade de dados valiosos.

Outras tendências para os riscos de cibersegurança em 2020 dizem respeito à proliferação de malwares “multiuso”, facilmente adaptáveis às necessidades de cada hacker. Esse tipo de malware também é muito utilizado para as técnicas de deepfakes.

Para saber mais sobre esses riscos à segurança cibernética e digital em 2020, continue a leitura.

Inovação para combater deepfakes

As fraudes de identidade, especialmente quando aplicadas ao mercado financeiro, resultam em grandes inconvenientes para a vítima e perdas significativas para a empresa.

Por isso, a tecnologia para as estratégias antifraude mostra-se mais relevante do que nunca.

Uma forma de evitar ataques de deepfakes é por meio da solicitação de uma prova de vida, etapa também chamada de liveness check.

Nela, em vez de apenas comparar uma selfie estática à foto do documento — que podem ser “criados” com deepfake —, o usuário precisa sorrir, piscar ou fazer outro gesto que comprove que ele é realmente quem diz ser, e não um fraudador utilizando a foto de outra pessoa para burlar a validação.

A importância da segurança digital para fintechs

Para as fintechs e demais empresas interessadas em inovação, especialmente as que nasceram digitais, um dos grandes desafios é oferecer experiências ágeis e sem fricção enquanto ainda cumprem os requisitos de compliance e de KYC.

Enquanto isso, os fraudadores também investem no avanço de técnicas, como os deepfakes, o que faz com que as estratégias de segurança precisem se antecipar para evitar riscos.

Uma forma de superar esses obstáculos é por meio da participação em sandboxes regulatórios, que possibilitam que essas organizações foquem no aspecto disruptivo.

Os requisitos regulatórios em uma sandbox são flexibilizados, o que incentiva a inovação e permite que as empresas participantes identifiquem exatamente quais são os riscos e problemas em que os produtos ou serviços sendo testados podem resultar. O Banco Central promete estabelecer seu modelo de sandbox em breve.

A plataforma da idwall contribui com empresas do mercado financeiro, no gerenciamento de riscos e prevenção de fraudes relacionadas a verificação de identidade.

Se você quiser saber como podemos te ajudar a prevenir esse risco, é só entrar em contato com nossos especialistas pelo formulário abaixo: