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O que é o metaverso e que tipo de empresas podem se beneficiar dessa novidade?

by mariliabafutto
o que e o metaverso

O que é o metaverso? Com a mudança de nome do Facebook para Meta, o termo metaverso se tornou popularizado recentemente e essa pergunta está cada vez mais presente no mercado e na cabeça de quem navega online. 

O metaverso não é um projeto exclusivo da empresa do Mark Zuckerberg, com o desenvolvimento tecnológico e as inúmeras transformações digitais ao longo dos anos a ideia de uma realidade virtual imersiva já vinha sendo retratada em livros, filmes e games. 

Inúmeras empresas já estão inovando e investindo em tecnologias e formas de se fazerem presentes nesse meio como a Meta, Itaú, Epic Games, Nike, Gucci, Microsoft, Disney e entre outras. Portanto, entender o que é o Metaverso é fundamental para se preparar e explorar as oportunidades e os benefícios que esse mundo virtual tem a oferecer. Saiba mais nesse artigo como a sua empresa pode se beneficiar dessa novidade! 

O que é o metaverso?

O metaverso é uma plataforma virtual que representa um ambiente realista e interativo onde, por meio de avatares customizados em 3D, as pessoas podem consumir produtos, serviços e interagir entre si de forma online. Como uma nova forma de se conectar, toda a estrutura do metaverso é pensada para possibilitar o acesso a um universo de realidade virtual. 

Leia também: De metaverso a Governos e Tecnologia: as previsões em tecnologia de Amy Webb

Qual a origem do metaverso? 

Em 1992, o termo metaverso teve sua primeira aparição no romance ‘Snow Crash’, de Neal Stephenson. No livro, o autor fala sobre uma realidade virtual na internet, em que as pessoas utilizariam avatares digitais para conviver e interagir, explorando o ambiente online. 

O mercado de games não ficou para trás frente a oportunidade de desenvolver jogos que forneciam a experiência de uma vida real, de forma online. Em 2003, a Liden Lab foi precursora em lançar o Second Life, um game que simula a vida real em um ambiente virtual em 3D. 

O jogo fornece uma experiência de relacionamento e interação entre as pessoas de forma online até uma economia virtual. Além do Second Life, outros jogos já também oferecem essa experiência, como o Minecrat e o Fortnite. 

A partir daí, também foi possível observar o metaverso em diversas obras de ficção, como o livro publicado por Ernest Cline, “Ready Player One”, em 2011, e em seguida no filme dirigido por Steven Spielberg em 2018. 

O termo metaverso ganhou grande destaque e popularidade com o anúncio de Mark Zuckerberg mudando o nome do Facebook para Meta, declarando publicamente o seu foco e investimento nesse mercado. Com isso, inúmeras empresas, que também já se preparavam para inovar no ambiente digital, passaram a explorar ainda mais essa oportunidade.

Oportunidades de negócio no metaverso

De acordo com estudos realizados pela Bloomberg Intelligence, até 2024, a oportunidade de negócios oferecida pelo metaverso se aproximara do valor de US $800 bilhões. Essa grande plataforma virtual abre oportunidades para empresas e criadores de jogos online, empresas de tecnologia e para empresas de entretenimento online, que também querem se destacar nas redes sociais e expandirem seus canais de receita. 

Os dados divulgados pela Bloomberg revelam ainda o enorme potencial de mercado do metaverso, que sozinho, pode chegar a 2,7 vezes o de jogos, serviços e receita de publicidade.

Em uma entrevista realizada pelo CNN Brasil Business com empresas do segmento de realidade virtual, os executivos revelam que a tendência no mercado inicialmente é de crescimento e investimento em otimização de tecnologias que vão possibilitar ao metaverso proporcionar maior semelhança com a realidade, abrindo novas oportunidades de mercado.

Como as empresas podem investir no metaverso?

Para explorar o metaverso como um novo canal de receita, inúmeras empresas já estão desenvolvendo ações e projetos que as possibilitem ingressar nesse mercado. A Microsoft, por exemplo, uma das gigantes de tecnologia no mercado, está investindo em tecnologia para ambientes virtuais corporativos, desenvolvendo avatares 3D para serem utilizados por colaboradores no Teams. 

Empresas do mercado de luxo, como a Gucci, por meio de parcerias, buscaram aproveitar o ambiente de realidade virtual para possibilitar que os usuários comprem roupas de forma virtual e vistam seus avatares e também, já estão testando utilizar a realidade aumentada para que usuários possam experimentar roupas. 

No mercado de calçados os investimentos também não estão sendo regrados, a Nike está estudando as possibilidades de que seus varejistas realizem vendas dos tênis da marca de forma virtual, permitindo com que as pessoas calcem seus avatares e interajam em esportes interativos. A Adidas, grande concorrente da Nike, investiu em uma coleção de NFT’s para acesso exclusivo ao metaverso da empresa, que também permite com que as pessoas que realizaram a compra tenham acesso a produtos físicos diferenciados e exclusivos.

A corporação multinacional fabricante de aviões, Boeing, anunciou recentemente um projeto de desenvolvimento de um avião no metaverso, unindo design aos serviços aéreos para oferecer uma experiência única digital aos usuários. 

Empresas do segmento de jogos que a alguns anos já vem desenvolvendo produtos e serviços voltados para o ambiente online, tem expandido sua atuação. A Epic Games, por exemplo, inovou oferecendo experiência para os usuários assistirem shows e participarem de eventos virtuais de grandes nomes da música.  

Dentre outras iniciativas, as empresas estão elaborando muitas estratégias que envolvem a utilização de  NFTs, que consistem em ativos comercializados de forma digital que representam objetos físicos – roupas, obras de arte, itens para jogos e entre outros, para atuar nesse novo ambiente digital.

Metaverso e ameaças digitais

Como toda plataforma online, o multiverso também está sujeito a ameaças digitais. Muitos golpistas e fraudadores enxergam oportunidades de roubo de dados, fraudes de identidade e golpes envolvendo os ativos digitais.  

Por ser um ambiente que simula a realidade, todos os usuários estão sujeitos a cruzar seus caminhos com pessoas má intencionadas. Explorando a falta de conhecimento dos usuários nesse novo universo, os golpistas utilizam técnicas de engenharia social, para induzir as pessoas a compartilharem dados pessoais, bancários e entre outros. 

Além disso, o roubo de contas também pode ser uma ameaça no multiverso. Nessa situação, o usuário não tem apenas seus dados pessoais roubados, como também, pode ter informações confidenciais vazadas, prejuízos financeiros a partir de compras realizadas sem o seu consentimento e entre outros. 

Frente a essas ameaças, métodos de autenticação mais sofisticados já estão sendo utilizados pelas empresas como reconhecimento facial, autenticação multifatorial e entre outros. Nesse caso, a verificação biométrica é extremamente eficiente para identificar se o usuário é realmente quem diz ser. 

Leia também: Verificação biométrica: como utilizar em seus processos de anti-fraude?

Por meio da combinação de inteligência artificial e machine learning, soluções como o Facelink da idwall, por exemplo, comparam se a foto do usuário enviada previamente em algum documento de identificação é semelhante à foto tirada no momento, e verifica se os dados cadastrais e biométricos dessa pessoa pertencem à mesma identidade. 

A verificação biométrica é uma tecnologia muito eficiente e utilizada em processos de cadastro e onboarding em plataformas digitais, como uma forma de combater as fraudes. Conheça as soluções de verificação biométricas da idwall, entre em contato com os nossos especialistas: 

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