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Conheça os 5 elementos dos testes de controle interno e entenda sua importância

by Nathalia Paz
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Com o constante fortalecimento das regulamentações e a proximidade da LGPD, entre outros motivos, estar em conformidade tornou-se um dos principais objetivos das empresas. Isso faz com que elas estejam cada vez mais abertas à realização de testes de gestão de riscos e auditorias. Entre os procedimentos realizados para garantir que isso aconteça, há os testes de controle interno.

Controle interno nada mais é do que o planejamento de todos os processos que ocorrem dentro de uma organização. O objetivo desses testes é assegurar a proteção de seus ativos, diminuir riscos de fraudes, fazer validação contábil e promover eficiência operacional. Trata-se de uma proteção para as instituições, principalmente frente aos riscos que podem comprometer a área de tecnologia da informação. Dada sua importância, a maioria das empresas visam estabelecer um sistema de controle interno.

Continue a leitura para entender melhor o que são os testes de controle interno e quais são os 5 elementos que os configuram.

O que é um sistema de controle interno?

O controle interno visa proteger as instituições contra riscos financeiros, estratégicos e de reputação. Em termos de auditoria e contabilidade, esses testes garantem que os princípios básicos de um negócio permaneçam operacionalmente eficientes. Para isso, um bom sistema de controle interno deve apoiar-se em cinco elementos, que serão essenciais para o êxito dos processos. Conheça-os a seguir.

Quais são os 5 elementos dos testes de controle interno?

1. Ambiente de controle

Os profissionais de auditoria interna e gerenciamento de riscos corporativos definem o ambiente de controle como os padrões, a infraestrutura e os processos que formam a base do sistema de controle interno.

Essas estruturas fundamentais estabelecem as expectativas e a importância da integridade na cultura corporativa da empresa, enquanto a gerência e os diretores evidenciam seus valores por meio de estilos operacionais e da estrutura organizacional. Por exemplo, a formalização da separação de funções mostra que a administração não apenas age de maneira adequada, mas também se responsabiliza.

2. Avaliação de risco

Avaliar riscos significa não apenas identificá-los, mas também criar estratégias preventivas apropriadas para mitigá-los. Para definir adequadamente os riscos, uma organização deve procurá-los interna e externamente.

Quando uma instituição limita sua exposição e cria um inventário que lida com riscos e quaisquer exceções feitas, desenvolve-se uma estratégia para gerenciar ameaças à consecução de objetivos.

3. Atividades de controle

Políticas, procedimentos e mecanismos internos são exemplos de atividades de controle, que são as manifestações das estratégias de gerenciamento de riscos da organização. Visando identificar, prevenir ou monitorar riscos, as atividades de controle devem ser incorporadas ao longo do ciclo de vida de um produto ou solução.

4. Informação e comunicação

A comunicação sustenta todo o sistema de controle interno. A gerência e o conselho de administração comunicam expectativas aos funcionários, que devem compartilhar informações; dessa forma, as análises de risco e processos de formulação de políticas auxiliam na tomada de decisões corporativas.

Durante a fase de monitoramento, os relatórios gerados internamente fornecem informações oportunas aos auditores externos e outras partes interessadas. À medida que as informações são coletadas e disseminadas, elas devem fluir para cima, para baixo e por toda a organização.

5. Monitoramento

O monitoramento de controle interno garante que essas atividades sejam incorporadas às operações normais. Medições, avaliações e auditorias contínuas são necessárias para atualizar regularmente o Conselho de Administração, fornecendo relatórios e análises. Controlar o risco é um processo iterativo e, para melhorar continuamente os controles, uma organização deve avaliar a eficácia do controle e aprender com seus próprios esforços de implementação.

Esses são os principais procedimentos que uma empresa deve levar em consideração ao implementar um sistema de controle interno, processo essencial para proteger as organizações contra ameaças.

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