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Como evitar fraudes nas empresas em 2022: entenda os novos riscos e as principais estratégias

by mariliabafutto
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O aumento do fluxo de usuários utilizando os meios digitais resultou em uma rápida adaptação dos negócios brasileiros em digitalizar suas operações. O aumento de empresas no Brasil que migraram suas atividades para o digital em 2020 foi de 208%, segundo um estudo realizado pela Mastercard. Em paralelo a esse avanço, o número de atividades por fraude tanto para as empresas quanto para usuários cresceu, fazendo-se necessário traçar estratégias e entender como evitar essas fraudes neste ano de 2022

Outra pesquisa realizada pela Mastercard e Instituto Datafolha revelam que a frequência das tentativas de fraudes e ataques cibernéticos variam entre média e alta em 57% das empresas brasileiras. Apesar da conscientização quanto a grande quantidade de tentativas de fraude e ataques cibernéticos, as empresas atualmente têm a necessidade de concentrar seus esforços em prevenção, detecção e redução dos danos por fraudes nas suas instituições. 

Para ambos investimentos, um dos benefícios que a transformação digital trouxe no cenário pandêmico, foram inúmeras soluções tecnológicas inovadoras para segurança da informação, proteção de dados e gerenciamento de riscos. Por isso, continue a leitura para entender como evitar fraudes na sua empresa, quais os novos riscos e as principais estratégias que podem ser adotadas

Novos riscos de fraudes no Brasil em 2022

Nos últimos anos, os dados se tornaram a principal moeda de troca entre consumidores e empresas. O valor dessas informações também foi visto por criminosos e se tornou oportunidade para usuários mal intencionados no ambiente digital, e apesar dos esforços investidos em identificar essas pessoas, quanto mais a tecnologia avança, também avança a sofisticação dos ataques cibernéticos. 

De acordo com um estudo divulgado pelo IBGE em uma pesquisa Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), atualmente, 69,8% dos brasileiros estão conectados à internet. Considerando que esse aumento é recente, a falta de conhecimento e atualizações por parte das instituições, a respeito do ambiente digital, de quais informações são verídicas e confiáveis é um problema do qual os fraudadores se aproveitam para aplicar técnicas de engenharia social com o objetivo de roubo dos dados pessoais e sensíveis desses usuários. 

Leia também: Ameaças cibernéticas: o que diz o Relatório de Riscos Globais 2022?

Roubos de identidade online

A fraude de identidade, no qual uma pessoa se apropria dos dados de outra e os utiliza sem autorização, não é recente e nem novidade. Entretanto, no meio digital, frente aos grandes vazamentos de dados e a quantidade de ataques cibernéticos com esse fim, tornou- se comum e frequente. 

Uma pesquisa realizada pelo Information Security Media Group, “Pesquisa Faces da Fraude de 2021”, afirma que a apropriação de contas e ataques por phishing serão algumas das tentativas de roubos de dados mais comuns em 2022

Aqui os fraudadores buscam adquirir, principalmente dados financeiros, de cartão de crédito ou dados bancários por meio de e-mails falsos com links duvidosos, malwares, mensagens por whatsapp, onde se passam por funcionários das instituições do seu interesse para conseguir os dados dessas pessoas sob o pretexto de irregularidades na conta, afirmando um erro na operação ou dados cadastrais incorretos. 

Recentemente, os criminosos utilizaram até mesmo o domínio do gov.br, se passando pelo Governo Federal, para articular seus golpes e conseguir essas informações. Além disso, o PIX também se tornou alvo dos fraudadores, no qual utilizam dos meios citados acima para conseguir as chaves PIX e facilitar as transações financeiras.

Os setores do mercado mais afetados por fraudes

Instituições financeiras

Como parte do movimento de digitalização, um grande número de pessoas se bancarizou durante a pandemia, principalmente pelo fácil acesso e disponibilidade dos serviços financeiros online. 

Assim, o setor financeiro vem sendo um dos principais alvos de golpes no Brasil nos últimos anos, com um aumento de 165% de fraudes por engenharia social nas instituições financeiras em 2021 comparando-se com o último semestre de 2020, de acordo com a FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos).

Marketplaces e e-commerces

A oportunidade de negócios proporcionada pela transformação digital desde o início da pandemia, foi aproveitada pelos empreendedores em expandir suas operações para o digital e aumentar suas receitas. Entretanto, esse movimento no mercado de mais empresas online e maior número de transações financeiras digitais, tornou os marketplaces e e-commerces visados pelos fraudadores causando grandes prejuízos para esses negócios. 

As fraudes aqui também são frequentemente causadas por técnicas de engenharia social para conseguir os dados dos consumidores. Os fraudadores utilizam nomes de grandes marcas de varejo conhecidas para aplicar os golpes, criando páginas falsas em nome dessas empresas e se passando por funcionários para obter informações financeiras dos usuários.

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, em um levantamento do Empresômetro, calculou um prejuízo de R$ 2 bilhões de reais causado por essa prática.

Como evitar fraudes e quais as principais estratégias para 2022?

Como as práticas de engenharia social buscam tirar proveito de outros usuários nos meios digitais, a principal estratégia a ser adotada pelas empresas para evitar fraudes é a verificação constante dos dados fornecidos em seus canais, seja de atendimento e processos cadastrais, durante o onboarding de clientes ou até mesmo para transações financeiras.

A tecnologia é aliada da prevenção de fraudes e do gerenciamento de riscos em qualquer operação, e nesse contexto, é fundamental para identificar a idoneidade dos usuários. Por isso, ferramentas que contam com alto nível de cibersegurança para validação da identidade e oferecem a segurança que o negócio precisa, são necessárias nos processos da organização que tem qualquer relacionamento com pessoas externas. 

Leia também: 5 formas de verificar identidade dos seus clientes com as tecnologias da idwall

Background Check

Existem procedimentos, como o background check, que consiste na análise das informações fornecidas tanto por clientes, parceiros e fornecedores, por meio de buscas e consultas em fontes públicas ou privadas de dados, para verificar se as informações fornecidas são verdadeiras e confiáveis e evitar fraudes.

A solução de background check da idwall realiza todo esse processo de verificação de forma automatizada. Sendo possível consultar a identidade e situação cadastral do indivíduo, antecedentes criminais se necessário, verificação da CNH junto ao DETRAN e entre outros dados de acordo com as necessidades do seu negócio. E no caso de empresas, realiza a consulta ao CNPJ, à junta comercial, quadro societário, processos em andamento, etc. 

Assim, o seu negócio agiliza o atendimento e o onboarding, apontando se os dados são inconsistentes ou não, e facilita a tomada de decisão da empresa em como seguir com o atendimento conforme for o resultado.

Reconhecimento facial

Em atendimentos realizados digitalmente a tecnologia de reconhecimento facial é indispensável, isso porque ajuda diretamente na redução dos riscos de fraudes de identidade. É um método de autenticação dos usuários que acessam a plataforma da sua empresa, no qual utilizam técnicas de biometria facial, para analisar o rosto do usuário e traçar padrões da face e suas características únicas. 

Uma ferramenta de reconhecimento facial, como o Face Match da idwall, quando aplicada no processo de autenticação de usuários, solicita a imagem de algum documento de identificação do usuário e também uma selfie, como prova de vida – para evitar que pessoas mal intencionadas tentem burlar o processo – para assim, verificar a correspondência das duas imagens, a do documento e a selfie. 

Dessa forma é possível garantir que a pessoa que está tentando acessar a sua plataforma, ou até mesmo realizar uma transação financeira, por exemplo, é realmente quem diz ser. 

Leia também: Você sabe a diferença entre autenticação, detecção e reconhecimento facial?

Extração de dados automática de documentos

O processo de onboarding e cadastramento de clientes está diretamente relacionado à gestão de risco de qualquer negócio. Isso porque nessa etapa, a empresa solicita informações dos clientes essenciais para o seu tipo de negócio, permitindo com que a mesma analise e decida sobre seguir com o atendimento ou não – caso encontre alguma informação que não seja compatível com as informadas ou o usuário apresente algum possível risco. 

Durante esse processo, o que facilita a tomada de decisão das empresas e acelera a análise dos dados, que pode ser feita por background check como vimos acima, são tecnologias que extraem automaticamente os caracteres dos documentos solicitados em determinado processo dessas organizações. 

Essa tecnologia conhecida como OCR, ou Optical Character Recognition, faz a extração dos dados a partir da imagem do documento de identificação solicitado durante o cadastramento, utilizando uma inteligência artificial de reconhecimento óptico dos caracteres. 

Com a solução certa é possível reduzir os riscos de usuários que tentam se cadastrar com documentos falsos, evitar fraudes e ainda por cima melhorar a experiência do usuário, por eliminar processos manuais. O OCR da idwall, extrai os dados do documento e realiza uma busca automática de antecedentes, processos e outras informações essenciais nos relatórios de background check, garantindo a segurança do seu negócio. 

Leia também: Validação de documentos: o que é e como fazer?

Saiba como a idwall pode auxiliar no processo de tornar sua empresa mais segura, ajudar a reduzir os números de fraude e atender os requisitos de compliance em acordo com as práticas da gestão de riscos. Preencha o formulário abaixo e converse com os nossos especialistas:

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