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Quais são os principais tipos de fraude no varejo?

by mariliabafutto

O setor varejista precisou se adaptar com urgência frente aos impactos causados pelo COVID-19. Com o número crescente de e-commerces e de usuários que optam por compras online, as tentativas de fraudes no Brasil aumentaram em 45% de 2019 para 2020 segundo um estudo da TransUnion.

O fenômeno de migração acelerada das empresas para o cenário digital, resultou em processos mal estruturados de cadastro no onboarding e plataformas que não são aptas para sustentar a quantidade de transações financeiras. 

Muitas empresas não validam os dados ou confirmam a identidade de buyers e sellers dentro dos e-commerces, o que abre brechas para usuários maliciosos tentarem tirar proveito de alguma forma. 

Ainda por cima, grande parte dessas empresas dependem de processos manuais de cadastros, sendo mais suscetíveis a erros e contam com pouco agilidade, interferindo na experiência do cliente. 

Entender os tipos de fraudes no varejo e traçar os perfis de fraudadores é uma estratégia de prevenção a essas tentativas que podem custar milhões em prejuízos financeiros por fraudes e falhas na legislação de compliance e LGPD para essas empresas. Continue lendo para saber quais são os tipos de fraude no varejo para se prevenir frente a essas ameaças. 

Roubos de identidade

Os roubos de identidade são uma forma comum de fraude no varejo que são definidos por qualquer golpe que roube dados pessoais e informações sensíveis dos usuários como: 

Essa violação dos dados pessoais dos indivíduos pode acontecer por crimes de phishing, roubos de dispositivo, malware, hacking ou vazamento interno de dados das organizações. 

Phishing 

Phishing constitui um crime cibernético de roubo de identidade. O hacker busca a qualquer custo adquirir informações e dados pessoais manipulando o usuário de modo a atraí-lo para clicar em links duvidosos. 

Os links enviados pelos golpistas passam a impressão de que a mensagem foi enviada por uma instituição com autoridade e as mensagens têm conteúdo de ofertas imperdíveis ou exclusivas, com descontos interessantes. 

Ao clicar o usuário é direcionado para um site falso, onde conclui a compra inserindo seus dados pessoais, informações de cartões de crédito, senhas e endereços que são roubados pelos golpistas. 

Emissão de cartões do varejo

Os golpistas utilizam-se de dados pessoais e informações roubadas para abrir contas em bancos e emitir cartões. Dessa forma podem realizar transações financeiras fraudulentas e o responsabilizado será o dono do cartão. 

Fraudes do cartão de crédito

A partir de dados bancários e de cartões de créditos roubados, os fraudadores efetuam compras online utilizando essas informações. 

Nessa situação, na maioria das vezes, os proprietários não têm ciência da compra e solicitam o cancelamento ou reembolso do valor pago, mas pode acontecer do produto já ter sido enviado ou o serviço prestado para o golpista. 

Páginas clonadas

Esse método de fraude no varejo online acontece quando o golpista invade um site por meio de hacking e altera o link das páginas finais do pagamento. Dessa forma o usuário é direcionado para uma página falsa na qual insere os dados bancários e pessoais e tem seu pagamento desviado para o fraudador. 

Fraudes dos fornecedores

Existem fornecedores nas plataformas de e-commerces que disponibilizam produtos que não existem por preços absurdamente baixos, e aqui, quando o usuário efetiva a compra, o pagamento é mantido, mas os produtos nunca são enviados. 

Fraudes no e-commerce por estorno

A fraude por estorno acontece quando o próprio usuário compra em um site e imediatamente solicita o cancelamento amigável da compra para loja, alegando não ter feito a compra e ser vítima de um golpe.

Chargeback

Esse esquema de fraude no varejo é bem semelhante à fraude por estorno, porque aqui, o usuário faz a compra no site e assim que recebe o produto retoma o contato com a sua instituição financeira afirmando que seu cartão foi roubado solicitando cancelamento. 

Esquemas de triangulação

A triangulação consiste na fraude em que o golpista cria um site com produtos de alta demanda por um preço abaixo da média com o objetivo de coletar informações dos buyers que tiverem interesse. 

Uma vez com essas informações em mãos, faz compras em sites reais com os dados bancários coletados no esquema acima e revende os produtos comprados.  

Como evitar fraudes no varejo?

Para prevenção de fraudes nas próprias organizações, é preciso estruturar processos de cadastramento tanto de fornecedores quanto de usuários que contem com uma verificação e validação das informações e dados pessoais dessas pessoas. 

Além disso, essas empresas precisam estar de acordo com as diretrizes da PLD (Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro) acerca das transações financeiras realizadas na sua plataforma. 

Nesse caso, soluções de background check são essenciais dentro desses processos por contar com verificação de antecedentes dos CPF’s e CNPJ’s que possam ser suspeitos com informações inconsistentes nas plataformas. 

Contar com serviços de verificação de identidade digital torna o processo de cadastramento seguro, ágil e fundamental para combater e prever possíveis fraudes nas organizações; 

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